Frutas Pom Pom

Aqueles mimos para enfeitar o quarto dos pequenos ou a festinha de aniversário

 

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Morangos

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Kiwi

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Melancia

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Ser criança, saudável e feliz

saudável e feliz

Um dia veio este texto, um artigo numa revista europeia. O entrevistado era  Augusto Cury, não é um dos meus autores preferidos, apesar de ser um dos mais lidos do país. Porque não é bem o estilo literário que tenho preferência, mas me encantou o diálogo. Sobre os perigos que temos cometidos com as  nossas crianças, numa geração de ansiosos e depressivos. Não era questões sobre uso de BPA, tão pouco toxinas cancerígenas, mas comportamentos que temos no cotidiano dos nossos filhos, que vem deixado marcas profundas numa geração.

Foram enumerados alguns pontos de debate: excesso de estímulo, cobrança excessivas, vazio de alma, falta de companheirismo e intimidade entre pais e filhos. E são coisas bem simples que fazemos ou medidas que deixamos de tomar no cotidiano no lidar com nossos filhos. Simplifiquei, de acordo com coisas quais também acredito.

Excesso de estímulo – Quantos brinquedos seu filho tem hoje? Quantas comparações você faz ou permite que façam aos seus filhos? Acredito que por aí temos imagem do que desenhos em excesso, rotinas massantes tem feito as crianças. Creio ainda que a brincadeira é o melhor esporte. Brinquedos são bons, mas chega só de apertar botões, luzes e sons em excesso. Não limitamos o olho no olho, a mágica de se fazer um desenho, colorir um livro ou ler uma história.

Vamos aprender sobre emoções – Seu pequeno precisa saber compartilhar, seja a alegria ou a dor. Contemplar a paisagem do carro, mesmo que seja tão difícil segurá-lo no banco do carro, conhecer o mundo, as pessoas. Saber o sim e o não, um celular e um tablet pode tirar isso dele, quando você o aprisiona apenas na sua zona de conforto. Ar puro, silêncio, sorrisos e toque são importantes. Olhar o céu ou mesmo o teto, cuidar de um animal, ou coisas que o ajude seu raciocínio, a ampliar sua imaginação.

Ser filho, ser cidadão e por aí – Comunidade, não serão as coisas que trarão as maiores experiências para as pessoas, mas o compartilhar delas. Deixe seu filho socializar, conhecer o mundo e seus devaneios, mas principalmente aprenda que ele tem muito a te ensinar, na mesma proporção que os pais é seus guias. Apenas a intimidade, seja durante os banhos que lhe dá, (pais e mães tem o mesmo papel), na hora da comida, ou nos momentos de diálogos necessários para seu crescimento. É algo de tempo, de dia-a-dia. Não basta ser amigo, é bem mais do que isso.

Mais brincadeira, menos informação – Brincar é necessário, muito mais do que falar duas ou três línguas. Precisa ter história de infância para contar, para ser a base de toda sua vida. Ler, escrever, assim como engatinhar, andar, falar, são conquistas, mas a maior dela é a criatividade e força para se viver a vida. Ser feliz, seguro tem muito com isso, bem mais do que estar pautado em “regrinhas descritas por influenciadores de redes sociais”, aquelas mães de vida perfeita que dão palpites de coisas, que muitas vezes nem vivem.

Incentive e parabenize – Para de cobrar anseios e desejos seus na vida alheia, mesmo que seja seu filho. Sim, desejamos à eles o melhor, mas temos que ter consciência que filho é flecha lançada, por mais que isso seja um desafio diário. Uma criança precisa muito sobre independência, saber cair e levantar. Amor não é excesso, porém limites também é afeto, dos maiores. Viva cada instante, não cobre tanto, creio que esse é o pior desafio. Parar de se cobrar. Viver, desligar o celular, deixar certos afazeres e ficar com seus filho. Elogiar cada conquista, incentivar outras, ou mesmo sorrir.

Tão linda esta análise, ser criança diz muito disso, ao seu tempo.

 

 

 

Pé de bebê confortável

Mesmo com dicas que na hora do enxoval não é preciso investir muito em sapatos, parece que é uma dica não seguida por pais. Até sei o motivo, os modelos são fofuras máxima. Eu tenho por gosto pessoal, os itens mini hominhos. Já recém nascido os pequenos já tiveram modelos de tênis, sapatos mais sociais, além das pecinhas de tricô e meias. Porém o conforto sempre foi algo primordial. Não é justo ficar lindo, porém colocar em risco o bebê ou com uma peça que o machuque.

O modelo do sapato tem que se adequar com o desenvolvimento do bebê. Acompanhar as necessidades do desenvolvimento é tão importante, quanto deixar seu pequeno mais bonito. Sapatos macios e molinhos para os primeiros meses. Não há tanto a necessidade de um solado. O clima também deve ser observado. Modelos tipo meias decoradas podem fazer a vez dos calçados.

Quando engatinham bebês precisam de sapatos que não o atrapalhem a se locomoverem. Andar para um lado e outro, sem que o calçado saiam do pé. Nos primeiros passos a necessidade de um bom solado e o conforto que não atrapalhe a marcha da criança. É importante que eles sintam firmeza no caminhar, até para evitar problemas futuros. Solados firmes, porém que traga a criança a sensação de estar com os pés no chão.

Alguns modelos preferidos por aqui

Tip Toey Joey, o preço pode ser um pouco mais caro que outras marcas de sapatos, porém é um dos melhores modelos do mercado. Traz a criança o conforto necessário e a segurança de um calçado que fixa bem, e que também facilita muito na hora de calçar.

 

Modelos da Kea, também tem qualidade similar e modelos lindos.

Marcas nacionais como Ortopasso, Kidy, Tigor, Pimpolho, Pampili tem desenvolvido calçados para atender as necessidades dos pequenos. Importante é ver as necessidades da criança, assim como característica do próprio bebê, formato do pé mais gordinho ou mesmo mais fino. Alguns modelos não servem para uns e são ótimo para outros. No meu caso é Crocs, por aqui não foi uma boa escolha, assim como Havaianas.

E o próximo teste, já prevendo o tempo mais chuvoso, as galochas da Melissa, que também tem modelos para bebês meninos.

melissa galocha

 

 

Disciplina para voar

discliplina para voar

Criança precisa de rotina

Para os pais que acreditam que o filho precisa ter tudo o que eles não tiveram, melhor rever o conceito. Os filhos precisam de pais presentes, precisam de rotina: saber onde dormem, o horário das refeições, saber que alguém irá buscá-los após a escola, que em função da separação dos pais a semana ele passará com a mamãe e o final de semana com papai e será amado em ambos os contextos. Precisam de alguém que os ensine a não maltratar os animais, não contribuir para o crescimento do preconceito, a devolver o brinquedo do amiguinho que pegou num momento de inveja, dentre outras regras de conduta que, quando não apontadas contribuem para a formação da personalidade psicótica/perversa.

Não é luxo, não é tecnologia, nem viagens à Disney, tampouco é “fast-food” diariamente, apenas o bom e velho amor associado ao tempo de qualidade. Menciono apenas o necessário para a sobrevivência e formação do caráter, o restante são vantagens que podem ser agregadas com moderação, caso caibam no orçamento familiar. Lembrando que, é preferível ter a presença dos pais, do que os bens materiais e a ausência de carinho, de olhar e escuta. A criança vai à praia de fusca e come pão com mortadela feliz da vida. Já o adulto, frequentemente fantasia o que agrada a criança e se estressa mantendo vários empregos para pagar pacotes de viagens internacionais que ocorrem a cada não sei quantos anos.

Vemos exemplos de pessoas que vieram de lar cujos pais eram adictos, e a família era complicada, entretanto, são adultos saudáveis, criativos e bem sucedidos. Outros que vieram de lares aparentemente perfeitos, tendo tudo ao alcance e são pessoas desajustadas emocionalmente. É muito relativo, a criança precisa de uma rotina que transmita segurança, que faça com que ela se sinta amada e desejada e isso ela pode ter morando num casebre ou num castelo. Aos olhos de alguns, criança feliz é criança que tem de tudo, aos olhos de estudiosos do comportamento, criança feliz é criança que tem o necessário e que sabe ser frustrada em algum momento, afinal a vida frustra.

Embora possam ter falhado conosco em algumas áreas, não por negligência mas, por ignorar o peso de determinados atos e palavras para nós, nossos pais nos transmitiram uma bagagem cultural importantíssima:

Sabe por que apreciamos um pão francês com manteiga e uma xícara de café pela manhã? Rotina compartilhada na mesa de refeições com a família.

Sabe por que ainda insistimos em comer um bolo no dia de nosso aniversário? Rotina que lembra a infância, as festinhas que mamãe fazia, onde ela mesma preparava e recheava o bolo com leite condensado cozido na pressão.

Sabe por que cumprimentamos as pessoas? Rotina observada quando saíamos as ruas com nossos pais e avós.

Sabe por que apreciamos: comer peru no natal, comer macarrão aos domingos, repetir o arroz com feijão e o ovo frito, tomar café e molhar o pão na canequinha, ler bela adormecida, ir à igreja, ir ao cinema, ouvir determinadas músicas … tudo rotina! Hábitos e valores que nos foram transmitido, os quais levamos pela vida e vamos multiplicando através das gerações, com o intuito de ter nossos queridos sempre por perto presencialmente ou na memória.

Não precisamos reproduzir o que é ruim, se temos convicção que algo nos afetou e marcou nossa vida, vamos evitar levar adiante e comprometer a relação com nossos filhos, amigos, e cônjuges. Façamos uma releitura sem pressa de nossa infância, veremos que somos o que somos porque tivemos base e chão firme sob nossos pés, não porque nos foi oferecido games e roupas de grife . Talvez tivemos acesso ao básico do básico mas, não nos faltou o essencial: carinho, amor, disciplina e ROTINA.

Gilsemeire Campos
Psicóloga Coach

Enxoval fora,compensa fazer?

enxoval menino

A realidade econômica de um ano atrás e bem diferente da que vivemos no segundo semestre de 2015, com forte desvalorização do real diante ao dólar e ao euro. Mas mesmo assim compensa comprar itens, como vestuário no exterior? A resposta vai de acordo com a necessidade e também a possibilidade.

Os preços podem ser grandes atrativos quando se fala em alguns pontos de comércio, Estados Unidos com milhares de opções, em determinado locais, como outlet e período de promoções pode representar uma economia de mais de 50%. Porém é preciso avaliar e calcular despesa e necessidade do produto. Caso contrário o barato pode se tornar muito caro. De 0 a 1 ano o crescimento da criança é bem acelerado, por isso é bom ter em mente o que realmente vai ser usado, quantidade e também estações do ano. Para não ter um grande acúmulo de peças que se quer foram usadas, acontece!

Muita gente quando viaja para fazer o enxoval faz compras para o pequeno até dois, três anos. Pode até ser, porém é um tanto arriscado, nem sempre é possível calcular bem o crescimento do pequeno. Se possível é bom dividir as fases.

0-6 meses – macacões, bodysuits, conjuntos são os grandes destaques
Itens de cuidado com o bebê – banho por exemplo
Brinquedos da fase (tapete de atividades e cadeirinha, por exemplo)

6-9 meses – macacões e roupas mais que garantam mais mobilidade ao pequeno, no marcos do desenvolvimento, como sentar, engatinhar
Itens de cuidado com o bebê – alimentação
Brinquedos da fase ( Brinquedos coloridos, de encaixe,som e luz)

9-12 meses – roupas que acompanham o desenvolvimento, inclusive os primeiros passos
Itens de cuidado com o bebê – alimentação e que garantem independência
Brinquedos da fase ( Peças de montar e que ajudam na locomoção, primeiros passos)

As roupas no exterior podem ser bem mais barata, mesmo com a alta do dólar devido a alta carga tributária brasileira. A escolha por itens mais cotidianos ou peças mais de passeio depende o ritmo que a família tem.  Até isso precisa ser bem planejado. Entre lugares possíveis para fazer boas aquisições, estão Macy’s, T.J. Maxx, Ross, Target, Marshalls, Carters (com boas peças para o cotidiano), Gap, Old Navy,Náutica, Tommy Hilfigier, Zara e HM.

Enxoval 1 ano em diante é bem mais tranquilo de fazer do que quando o pequeno ainda nem nasceu, porque também já se é conhecido o ritmo e personalidade da criança. E entre todos os itens, o conforto sempre deve ser prioritário. E para economizar buscar boas promoções, descontos e também as lojas virtuais.

gap polo sapato

Passos para uma alimentação saudável do bebê

1 ano (2)

Dê somente leite materno até os seis meses, se não é possível amamentar dê fórmulas específicas com o desenvolvimento, não dê leite de vaca ou outro leite animal, e soja que podem ser prejudicial para o desenvolvimento intestinal e hormonal do bebê.

Não é necessário ofertar água, chás ou outros líquidos, se não leite para o bebê menor de seis meses, pois diminui a quantidade de leite que ele precisa.

A partir dos seis meses introduza alimentos complementares, de forma gradual, mantendo a amamentação e a fórmula infantil, se ele usar. Frutas, verduras, pequenas porções em intervalos.

Após o sexto mês dê alimentos complementares, cereais, tubérculos, leguminosas, frutas e legumes, três vezes ao dia. 2 papas de frutas e 1 papa principal, após alguns dias 2 papas de frutas e 2 papas principal ( almoço e jantar).

Bebês maiores de seis meses necessitam de cereais e tubérculos, hortaliças e frutas, carne e ovos, grãos. Não dê açúcar, alimentos industrializados (iogurtes,como danoninho, laticínios industrializados, cereais com açúcar – Mucilon e etc, sal e temperos industrializados – caldos prontos).

Ofereça a criança diferentes alimentos ao dia, variada e colorida, estimule a comer sozinha, ajuda na coordenação motora. A partir do sexto mês a criança tem capacidade de mastigar e ter defesa contra engasgos. Estimule a comer comida de diferentes texturas e principalmente, alimentos de forma distinta, ou seja, nada só de sopa, separe os alimentos para que ela reconheça sabores. Se a criança recusar a comer, ofereça novamente, ela precisa experimentar de 8-10 vezes pelo menos um alimento.

Não dê açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, pirulitos, salgadinhos e outras guloseimas, até os dois anos a criança está formando seu paladar, priorize alimentos naturais e nutritivos. Cuide bem da higiene, lave bem as mãos, frutas e verduras, ofereça sempre água fervida e filtrada para seu bebê.

Mesmo doente, ofereça alimento ao seu bebê, com o nascimento dos dentes use os alimentos como aliado,procure comidas que o ajude a coçar as gengivas, como frutas e legumes cozidos, dê alimentação líquida quando ele tiver dificuldades em mastigar. Não leve na brincadeira a refeição, como uso de desenhos, televisão e brinquedos,mas estimule que a hora do papa seja tranquilo e seguro, tanto para os pais quanto para os pequenos.

A boa alimentação previne doenças, por fortalecer o sistema imunológico, além de auxiliar no bom ganho de peso e no crescimento do bebê.

Fonte: Ministério da Saúde

“Comida de alma é aquela que consola…
dá segurança, enche o estômago,
conforta a alma,
lembra a infância
e o costume.”
Nina Horta, Não é sopa