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“Até quando Deus parecia ter me abandonado, Ele estava me vigiando. Mesmo quando Ele parecia indiferente ao meu sofrimento, estava vigiando. E quando eu perdi toda a esperança de ser salvo, Ele me deu descanso, me deu um sinal para eu continuar a jornada”. Yan Martel

Momento para tudo tem nesta vida, e às vezes o tão necessário silêncio. E sobre a fé quantas vezes é necessário crê para ver, acreditar que tudo tem seu propósito, ter Deus é bem mais do que uma religião, uma rotina de práticas e palavras, é confiar no senhorio DEle. Deus é poderoso é Senhor, bem mais que isso é DEle e para Ele todas as coisas. O mar se agita vira calmaria e Deus continua sendo aquele que te guia.

 

 

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Maternidade mais leve

Cintascotch

Ser mãe não tem muito manual, cada um permite ser o que na verdade é. A sua experiência, seu viver nos anos lhe trará a dose do que vai seguir em frente com filhos. Filhos e filhos? Eles não são iguais, mesmo os gêmeos “idênticos”, primeiro eles nunca serão iguais, mesmo com seus DNAs e posturas iguais. Ser humano é único, tem seu jeito, e nestes trajetos que está o maternar.

Criança é uma doce criatura, adolescente também é, são os esporádicos que podem mudar estas relações,mas o fato que filho tem, na maioria das vezes a mãe que merece, sim e lógico que às vezes está relação é vice-verso, não queira culpar um filho pela falta de disciplina, cobrar o que não foi dado é um tanto contraditório.

Mas o exato é que não devia existir tantas regras sobre um jeito único de ser mãe, quando se fala em milhões tipos distintos de formas de viver. Então não me cobro tanto, dou e recebo o que é melhor. Trabalho, estudo e educo. E o melhor aprendo cada dia com os mundinhos me presenteado por Deus.

Aprender a ter a doçura de um sorriso conquista tudo, de ser persistente no eu quero e audacioso no eu conquisto. Filhos tem tanto para ensinar a gente. Deixar voar, deixa viver, cada dia é uma história, às vezes não dá, tem dias também que a paciência e ser mãe é bem difícil, mas são momentos também que se ensina que o ser humano não é super herói. São horas difíceis que ensina-se a ter fé, a perseverar e a amar.

Ser mãe é descobrir muito da grandeza de ser outra pessoa, por um tanto de coisas. E ter dois bebês gêmeos é ser todo dia a mãe que cada um precisar ter em particular. Iguais, iguais jamais, nem com um, dois ou três filhos.

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Ser criança, saudável e feliz

saudável e feliz

Um dia veio este texto, um artigo numa revista europeia. O entrevistado era  Augusto Cury, não é um dos meus autores preferidos, apesar de ser um dos mais lidos do país. Porque não é bem o estilo literário que tenho preferência, mas me encantou o diálogo. Sobre os perigos que temos cometidos com as  nossas crianças, numa geração de ansiosos e depressivos. Não era questões sobre uso de BPA, tão pouco toxinas cancerígenas, mas comportamentos que temos no cotidiano dos nossos filhos, que vem deixado marcas profundas numa geração.

Foram enumerados alguns pontos de debate: excesso de estímulo, cobrança excessivas, vazio de alma, falta de companheirismo e intimidade entre pais e filhos. E são coisas bem simples que fazemos ou medidas que deixamos de tomar no cotidiano no lidar com nossos filhos. Simplifiquei, de acordo com coisas quais também acredito.

Excesso de estímulo – Quantos brinquedos seu filho tem hoje? Quantas comparações você faz ou permite que façam aos seus filhos? Acredito que por aí temos imagem do que desenhos em excesso, rotinas massantes tem feito as crianças. Creio ainda que a brincadeira é o melhor esporte. Brinquedos são bons, mas chega só de apertar botões, luzes e sons em excesso. Não limitamos o olho no olho, a mágica de se fazer um desenho, colorir um livro ou ler uma história.

Vamos aprender sobre emoções – Seu pequeno precisa saber compartilhar, seja a alegria ou a dor. Contemplar a paisagem do carro, mesmo que seja tão difícil segurá-lo no banco do carro, conhecer o mundo, as pessoas. Saber o sim e o não, um celular e um tablet pode tirar isso dele, quando você o aprisiona apenas na sua zona de conforto. Ar puro, silêncio, sorrisos e toque são importantes. Olhar o céu ou mesmo o teto, cuidar de um animal, ou coisas que o ajude seu raciocínio, a ampliar sua imaginação.

Ser filho, ser cidadão e por aí – Comunidade, não serão as coisas que trarão as maiores experiências para as pessoas, mas o compartilhar delas. Deixe seu filho socializar, conhecer o mundo e seus devaneios, mas principalmente aprenda que ele tem muito a te ensinar, na mesma proporção que os pais é seus guias. Apenas a intimidade, seja durante os banhos que lhe dá, (pais e mães tem o mesmo papel), na hora da comida, ou nos momentos de diálogos necessários para seu crescimento. É algo de tempo, de dia-a-dia. Não basta ser amigo, é bem mais do que isso.

Mais brincadeira, menos informação – Brincar é necessário, muito mais do que falar duas ou três línguas. Precisa ter história de infância para contar, para ser a base de toda sua vida. Ler, escrever, assim como engatinhar, andar, falar, são conquistas, mas a maior dela é a criatividade e força para se viver a vida. Ser feliz, seguro tem muito com isso, bem mais do que estar pautado em “regrinhas descritas por influenciadores de redes sociais”, aquelas mães de vida perfeita que dão palpites de coisas, que muitas vezes nem vivem.

Incentive e parabenize – Para de cobrar anseios e desejos seus na vida alheia, mesmo que seja seu filho. Sim, desejamos à eles o melhor, mas temos que ter consciência que filho é flecha lançada, por mais que isso seja um desafio diário. Uma criança precisa muito sobre independência, saber cair e levantar. Amor não é excesso, porém limites também é afeto, dos maiores. Viva cada instante, não cobre tanto, creio que esse é o pior desafio. Parar de se cobrar. Viver, desligar o celular, deixar certos afazeres e ficar com seus filho. Elogiar cada conquista, incentivar outras, ou mesmo sorrir.

Tão linda esta análise, ser criança diz muito disso, ao seu tempo.

 

 

 

Disciplina para voar

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Criança precisa de rotina

Para os pais que acreditam que o filho precisa ter tudo o que eles não tiveram, melhor rever o conceito. Os filhos precisam de pais presentes, precisam de rotina: saber onde dormem, o horário das refeições, saber que alguém irá buscá-los após a escola, que em função da separação dos pais a semana ele passará com a mamãe e o final de semana com papai e será amado em ambos os contextos. Precisam de alguém que os ensine a não maltratar os animais, não contribuir para o crescimento do preconceito, a devolver o brinquedo do amiguinho que pegou num momento de inveja, dentre outras regras de conduta que, quando não apontadas contribuem para a formação da personalidade psicótica/perversa.

Não é luxo, não é tecnologia, nem viagens à Disney, tampouco é “fast-food” diariamente, apenas o bom e velho amor associado ao tempo de qualidade. Menciono apenas o necessário para a sobrevivência e formação do caráter, o restante são vantagens que podem ser agregadas com moderação, caso caibam no orçamento familiar. Lembrando que, é preferível ter a presença dos pais, do que os bens materiais e a ausência de carinho, de olhar e escuta. A criança vai à praia de fusca e come pão com mortadela feliz da vida. Já o adulto, frequentemente fantasia o que agrada a criança e se estressa mantendo vários empregos para pagar pacotes de viagens internacionais que ocorrem a cada não sei quantos anos.

Vemos exemplos de pessoas que vieram de lar cujos pais eram adictos, e a família era complicada, entretanto, são adultos saudáveis, criativos e bem sucedidos. Outros que vieram de lares aparentemente perfeitos, tendo tudo ao alcance e são pessoas desajustadas emocionalmente. É muito relativo, a criança precisa de uma rotina que transmita segurança, que faça com que ela se sinta amada e desejada e isso ela pode ter morando num casebre ou num castelo. Aos olhos de alguns, criança feliz é criança que tem de tudo, aos olhos de estudiosos do comportamento, criança feliz é criança que tem o necessário e que sabe ser frustrada em algum momento, afinal a vida frustra.

Embora possam ter falhado conosco em algumas áreas, não por negligência mas, por ignorar o peso de determinados atos e palavras para nós, nossos pais nos transmitiram uma bagagem cultural importantíssima:

Sabe por que apreciamos um pão francês com manteiga e uma xícara de café pela manhã? Rotina compartilhada na mesa de refeições com a família.

Sabe por que ainda insistimos em comer um bolo no dia de nosso aniversário? Rotina que lembra a infância, as festinhas que mamãe fazia, onde ela mesma preparava e recheava o bolo com leite condensado cozido na pressão.

Sabe por que cumprimentamos as pessoas? Rotina observada quando saíamos as ruas com nossos pais e avós.

Sabe por que apreciamos: comer peru no natal, comer macarrão aos domingos, repetir o arroz com feijão e o ovo frito, tomar café e molhar o pão na canequinha, ler bela adormecida, ir à igreja, ir ao cinema, ouvir determinadas músicas … tudo rotina! Hábitos e valores que nos foram transmitido, os quais levamos pela vida e vamos multiplicando através das gerações, com o intuito de ter nossos queridos sempre por perto presencialmente ou na memória.

Não precisamos reproduzir o que é ruim, se temos convicção que algo nos afetou e marcou nossa vida, vamos evitar levar adiante e comprometer a relação com nossos filhos, amigos, e cônjuges. Façamos uma releitura sem pressa de nossa infância, veremos que somos o que somos porque tivemos base e chão firme sob nossos pés, não porque nos foi oferecido games e roupas de grife . Talvez tivemos acesso ao básico do básico mas, não nos faltou o essencial: carinho, amor, disciplina e ROTINA.

Gilsemeire Campos
Psicóloga Coach

Bonito é ser você

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Seja você assim mesmo…
Pensando em máscaras, ditaduras e outras cobranças que passamos no cotidiano, fica mais difícil enxergar as pessoas a primeira vista. Porque os padrões tem deixado as pessoas iguais, comportamentos premeditados, com falas e gestos prontos.
Na aparência, um mesmo cabelo, uma mesma maquiagem e mesmas roupas de tendências. O gosto parece seguir só uma modinha, livro e filme são só os sucessos de hashtags.

E o plural fica tão singular, numa imensidão de gente, de mundos querendo se encaixar numa única via, numa única forma, como se fosse possível. E assim estão cheias as clínicas estéticas, academias, de pessoas que não se reconhecem no espelho como única. Não que seja errado buscar por saúde, qualidade de vida, é importante, porém mais correto é reconhecer o melhor que se tem, aprimorar em ser o melhor, como humano, como ser diferenciado que nós somos.

Bonito é ser a gente, sem máscaras, sem ilusões e muito menos distorções.

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Adivinha quanto eu te amo

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Eu te amo toda a minha altura… te amo até a ponta dos meus dedos
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Eu te amo na altura do meu pulo … da estradinha até o rio…
Te amo até depois do rio até as colinas.

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Eu te amo até a Lua…Eu te amo até a Lua,ida e volta!

E você  também sabe, quanto eu te amo isto e muito mais além!
Texto de Sam McBratney, no livro Adivinha quanto eu te amo