Sobre marcelaires

Jornalista, apaixonada pelo mundo, que vai muito além da minha casa e de um simples horizonte. Que acredita que conhecimento se multiplica, como instrumento de liberdade, sem fronteiras. entrelinhasefronteiras@gmail.com

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“Até quando Deus parecia ter me abandonado, Ele estava me vigiando. Mesmo quando Ele parecia indiferente ao meu sofrimento, estava vigiando. E quando eu perdi toda a esperança de ser salvo, Ele me deu descanso, me deu um sinal para eu continuar a jornada”. Yan Martel

Momento para tudo tem nesta vida, e às vezes o tão necessário silêncio. E sobre a fé quantas vezes é necessário crê para ver, acreditar que tudo tem seu propósito, ter Deus é bem mais do que uma religião, uma rotina de práticas e palavras, é confiar no senhorio DEle. Deus é poderoso é Senhor, bem mais que isso é DEle e para Ele todas as coisas. O mar se agita vira calmaria e Deus continua sendo aquele que te guia.

 

 

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Irish Potato Candy

docinho

A batata que não que é inglesa, nem irlandesa, porém com origem nas Américas, é parte de pratos tradicionais em vários países europeus. Porém o docinho de coco, no formato de batata faz parte do menu no dia de Saint Patrick’s Day e tem tradicionalmente uma versão que pode ser uma opção mais saudável de doces, para o cotidiano e festinhas.

1 pacote de 250g de coco ralado fino ( sem açúcar)
leite condensado (pode ser de soja, suficiente pra massa ficar “enrolável”)
1 colher de sopa de canela em pó
1 colher de sopa de amido de milho ou farinha de arroz

Coloque o coco em uma tijela e adicione o leite condensado aos pouquinhos, apenas o suficiente para a massa ficar enrolável (mais ou menos meia lata). Amasse até ficar uma massa uniforme. (É por pouco tempo, essa massa é bem fácil.) Leve à geladeira por pelo menos 1 hora.Enrole em formas semelhantes a batatas.Misture a canela e o amido de milho.Passe as “batatinhas” na mistura de canela.

Fácil que pode ser feito com e por crianças.

A receita também é  feita com cream-chease e manteiga.

 

Maternidade mais leve

Cintascotch

Ser mãe não tem muito manual, cada um permite ser o que na verdade é. A sua experiência, seu viver nos anos lhe trará a dose do que vai seguir em frente com filhos. Filhos e filhos? Eles não são iguais, mesmo os gêmeos “idênticos”, primeiro eles nunca serão iguais, mesmo com seus DNAs e posturas iguais. Ser humano é único, tem seu jeito, e nestes trajetos que está o maternar.

Criança é uma doce criatura, adolescente também é, são os esporádicos que podem mudar estas relações,mas o fato que filho tem, na maioria das vezes a mãe que merece, sim e lógico que às vezes está relação é vice-verso, não queira culpar um filho pela falta de disciplina, cobrar o que não foi dado é um tanto contraditório.

Mas o exato é que não devia existir tantas regras sobre um jeito único de ser mãe, quando se fala em milhões tipos distintos de formas de viver. Então não me cobro tanto, dou e recebo o que é melhor. Trabalho, estudo e educo. E o melhor aprendo cada dia com os mundinhos me presenteado por Deus.

Aprender a ter a doçura de um sorriso conquista tudo, de ser persistente no eu quero e audacioso no eu conquisto. Filhos tem tanto para ensinar a gente. Deixar voar, deixa viver, cada dia é uma história, às vezes não dá, tem dias também que a paciência e ser mãe é bem difícil, mas são momentos também que se ensina que o ser humano não é super herói. São horas difíceis que ensina-se a ter fé, a perseverar e a amar.

Ser mãe é descobrir muito da grandeza de ser outra pessoa, por um tanto de coisas. E ter dois bebês gêmeos é ser todo dia a mãe que cada um precisar ter em particular. Iguais, iguais jamais, nem com um, dois ou três filhos.

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Ser criança, saudável e feliz

saudável e feliz

Um dia veio este texto, um artigo numa revista europeia. O entrevistado era  Augusto Cury, não é um dos meus autores preferidos, apesar de ser um dos mais lidos do país. Porque não é bem o estilo literário que tenho preferência, mas me encantou o diálogo. Sobre os perigos que temos cometidos com as  nossas crianças, numa geração de ansiosos e depressivos. Não era questões sobre uso de BPA, tão pouco toxinas cancerígenas, mas comportamentos que temos no cotidiano dos nossos filhos, que vem deixado marcas profundas numa geração.

Foram enumerados alguns pontos de debate: excesso de estímulo, cobrança excessivas, vazio de alma, falta de companheirismo e intimidade entre pais e filhos. E são coisas bem simples que fazemos ou medidas que deixamos de tomar no cotidiano no lidar com nossos filhos. Simplifiquei, de acordo com coisas quais também acredito.

Excesso de estímulo – Quantos brinquedos seu filho tem hoje? Quantas comparações você faz ou permite que façam aos seus filhos? Acredito que por aí temos imagem do que desenhos em excesso, rotinas massantes tem feito as crianças. Creio ainda que a brincadeira é o melhor esporte. Brinquedos são bons, mas chega só de apertar botões, luzes e sons em excesso. Não limitamos o olho no olho, a mágica de se fazer um desenho, colorir um livro ou ler uma história.

Vamos aprender sobre emoções – Seu pequeno precisa saber compartilhar, seja a alegria ou a dor. Contemplar a paisagem do carro, mesmo que seja tão difícil segurá-lo no banco do carro, conhecer o mundo, as pessoas. Saber o sim e o não, um celular e um tablet pode tirar isso dele, quando você o aprisiona apenas na sua zona de conforto. Ar puro, silêncio, sorrisos e toque são importantes. Olhar o céu ou mesmo o teto, cuidar de um animal, ou coisas que o ajude seu raciocínio, a ampliar sua imaginação.

Ser filho, ser cidadão e por aí – Comunidade, não serão as coisas que trarão as maiores experiências para as pessoas, mas o compartilhar delas. Deixe seu filho socializar, conhecer o mundo e seus devaneios, mas principalmente aprenda que ele tem muito a te ensinar, na mesma proporção que os pais é seus guias. Apenas a intimidade, seja durante os banhos que lhe dá, (pais e mães tem o mesmo papel), na hora da comida, ou nos momentos de diálogos necessários para seu crescimento. É algo de tempo, de dia-a-dia. Não basta ser amigo, é bem mais do que isso.

Mais brincadeira, menos informação – Brincar é necessário, muito mais do que falar duas ou três línguas. Precisa ter história de infância para contar, para ser a base de toda sua vida. Ler, escrever, assim como engatinhar, andar, falar, são conquistas, mas a maior dela é a criatividade e força para se viver a vida. Ser feliz, seguro tem muito com isso, bem mais do que estar pautado em “regrinhas descritas por influenciadores de redes sociais”, aquelas mães de vida perfeita que dão palpites de coisas, que muitas vezes nem vivem.

Incentive e parabenize – Para de cobrar anseios e desejos seus na vida alheia, mesmo que seja seu filho. Sim, desejamos à eles o melhor, mas temos que ter consciência que filho é flecha lançada, por mais que isso seja um desafio diário. Uma criança precisa muito sobre independência, saber cair e levantar. Amor não é excesso, porém limites também é afeto, dos maiores. Viva cada instante, não cobre tanto, creio que esse é o pior desafio. Parar de se cobrar. Viver, desligar o celular, deixar certos afazeres e ficar com seus filho. Elogiar cada conquista, incentivar outras, ou mesmo sorrir.

Tão linda esta análise, ser criança diz muito disso, ao seu tempo.

 

 

 

Wrap Caseiro

wrap 1

Para seguir a perspectiva de comer mais comida de verdade, eu e minha família, testei estes dias esta receita. Bem parece a receita de chapati, porém o segredo está na textura da massa que é um pouco mais seca e quanto mais fina a abertura melhor. Ótimo para os lanches e dá para incrementar com recheios doces e salgados, compor lancheiras dos adultos e da crianças.

A farinha utilizada pode ser a de trigo, a de aveia ( que dá para substituir bem em quase todo tipo de receita), ou outra integral e nutritiva, como farinha de grão de bico.

Massa

300 gramas de farinha
100 mL de água
1 pitada de sal (use se quiser)

Coloque a farinha, misture aos poucos a água (sempre faço com água morna). Amasse bem, divida as bolinhas, amasse e abra a massa bem fininha.

Quer variar, você pode acrescentar nas massas legumes ralados, bem fininhos (não esqueça de tirar bem a umidade para não alterar muito o sabor. Couve, rúcula e cenoura, testei com a cenoura, resultado wrap colorido.

Asse na frigideira, não é necessário untar, depois é só rechear. Nunca foi tão fácil, na verdade muito mais fácil e gostoso que abrir pacotes.

Recheio, pode ser com maionese caseira ( a nutritiva), cottage ( que também é muito fácil de fazer em casa), molho de carne, frango e até opções com frutas e geleias.

Como diz por aí … substitua!

 

 

 

 

A imagem que reflete

tempos

Sou concursada há menos de três anos, por isso mesmo preciso ainda passar por avaliações. Um dia destes saiu o meu relatório, a nota é acima da média, isso me conforta, porém fiquei prestando atenção em cada item que meu avaliador falava sobre mim e depois me pontuava.

É bom ser avaliada, saber o que pensam da gente. São críticas que nos motivam a querer melhorar. Mas não apeguemos só a isso. Fiquei um bom tempo longe das redes sociais, Facebook,por exemplo, foram quatro anos fechado. A volta por um lado foi positiva, ao mesmo tempo me entristece de ver como tantas pessoas se apegam apenas ao “falar mal”. Esta busca por defeitos dos outros está tirando verdadeiras realidades, fazendo com que muitos acreditem mesmo que são “ruins”.

Tem tanto tempo que não escrevo assim, mas achei importante compartilhar. Por que não achamos doçura no olhar? Por que não buscamos flores? Nos limitamos a achismos e centramos negativismo a tudo. Nossa liberdade não dá o direito de ferir o alheio, tão pouco nossas impressões não podem dizer tudo sobre alguém.

Porém mais importante do que isso, que imagem temos deixado por aí? Porque mais do que palavras, também estão as ações. “Sejam de outros lábios teu louvor.” Este provérbio é uma grande verdade.Não adianta apenas dizer que é bom, necessário que seja bom. O correto é perceptível, mesmo que ainda haja muitos imbecis cheios de si nas redes sociais e por aí.

Seja pontual, seja sincero, seja respeitoso, seja amigável, seja sincero, sobretudo seja humano,não algo mais divino do que ser humano, capaz de sorrir ou chorar com alguém. E viva a vida, vai ser a rotina que vai lhe dizer.