O que te torna gigante?

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Uma das grandes preocupações que todo analista de comunicação e marketing passa em comum com seus clientes é a preocupação de enfrentar “o que vão falar?” Sobre valores, muita coisa pode ser desfeita ou construída por causa de verdades e também de mentiras. E isto ficou mais complicado com o advento da Internet.

Joaquim Barbosa, em meio a uma polêmica, foi forte, mas a expressão serve como guia. “Quem trabalha nunca vence as redes sociais”. Se eu sou a favor das redes sociais, da abertura de voz, da democracia da opinião? Completamente. Mas acredito e sei o valor de um estado de Direito, de regras, de leis, de ética e moral. Não é simplesmente falar, é preciso se responsabilizar pela fala. Fato que, muitos dos idealistas de liberdade de expressão, diz que responsabilizar fala pode ser uma forma de controle, até censura.  Porém tão perigoso como proibir alguém de dar opinião e achar que o outro tem o direito de falar, mas não de responder pelo que fez.

O que faz um gigante? Não oprime o outro só para parecer grande, práticas como agressões, cyberbullying, gente grossa e intrometida não tem nada com autoridade. Até porque sim, a coerção é forma de poder, já diz Weber, mas é a linha mais fraca e frágil. A opinião de ser gigante é respeitar sim as diferenças, conter princípios, estes que devem estar acima até mesmo das nossas vontades e achismos.  E muita vez se torna gigante dando as costas.

Importa sim a boa opinião e a boa reputação, mas esta é feita com trabalho. Desafios vem todos os dias. O conselho que costumo a dar em algumas situações, o que não pode ser resolvido judicialmente quando se fala em injúria, calúnia e crimes na Internet, se resolve ignorando, vivendo e prosseguindo. Porque uma máxima que funciona muito no Direito Processual Penal e em qualquer boa retórica. “Não importa quem fala, mas quem está falando?”. E não tem melhor forma de pensar e modificar esta estrutura comunicacional “vaga” que muitos usam das redes sociais ( com fakes, agressões baratas, perseguições e demais) do que o exemplo. Porque seja na Internet, seja na porta de sua casa, no telefone, ou como for, um diálogo só existe quando exige o direito de resposta, um fala, o outro escuta. Quem fala precisa provar seu conceito, caso contrário é um monólogo, muito dos baratos, que nem merece o nome de teatro.

Vai para o topo, com caráter!

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