Quem fala o que quer…

… ouve o que não quer!

“Apesar de vivermos a evolução tecnológica e o aumento do conhecimento, vemos uma involução nos valores, principalmente o respeito, tão importante no convívio social e familiar das pessoas. Cada um tem uma criação, um gosto musical, uma cor, um esporte, um time e um sabor preferido. Cada um pensa e decide suas escolhas, e por mais que não gostemos, devemos respeitar.

Todos têm o direito de expressar sua opinião, desde que ela seja solicitada. Vemos pessoas afoitas, com uma necessidade urgente de sair falando tudo o que pensa quando ninguém está pedindo. Que coisa feia!

É por isso que surgem tantas inimizades e desgastes. Existe um ditado popular que quem fala o que quer ouve o que não quer, e isso é a mais pura realidade! Por mais que você esteja com pessoas que lhe deem liberdade, use-a com responsabilidade e entendimento. Há momentos em que eu até poderia dar uma opinião, mas prefiro me abster. Penso que não é porque somos amigos que podemos dizer e entrar em tudo, senão corremos o risco de nos tornarmos inconvenientes.

Quem fala sem se preocupar com as consequências das palavras no outro, é egoísta.Não importa se você acha sua ideia ou sua opinião melhor, guarde para o momento que o convidarem a expô-la.

Tem gente que se mete em tudo. Não faz bem o seu trabalho, mas não resiste em se intrometer no trabalho dos outros.Não cuida bem da sua própria família, mas sente-se no direito de aconselhar a família dos outros. Você conhece gente que palpita em tudo?

Há ainda quem faça da internet a extensão da sua casa: lavam a “roupa suja”, forçam a barra para conquistar a amizade de quem prefere se reservar e impõe seu gosto pessoal, como se todos fossem obrigados a apreciar as mesmas coisas.

Você viu a amiga postar na rede social uma foto ou escrever algo que você não gostou, é dispensável ir lá e deixar registrado seu parecer. Antes de afiar a língua para falar ou escrever, pense o que isso pode provocar no outro. Se é algo que incentive e promova o bem, vá em frente. Mas, se é puro veneno, não destile, por favor!  Respeite o gosto do outro, afinal, respeito é bom e todos gostam, não é verdade?”

Cristiane Cardoso

Apesar da escritora ter uma opinião teológica diferente do qual eu pratico, sou Presbiteriana, ela segue a linha neopentecostal,arminiana eu sou “calvinista”, concordo com a opinião descrita, já até havia colocado antes sobre os graves problemas da má interpretação e do bisbilhotamento da vida alheia. Normalmente é comum por pessoas egoístas, esnobes, que no fundo são pessoas frágeis, que colocam a culpa no outro para mascarar seus próprios problemas, também gente que pensa ser imune de ter e estar em situações de conflitos.

Vejo que o maior problema não é só usar o seu tempo com a vida do outro, mas também de muitos que fabricam suas próprias verdades, situações, fantasia e ainda quer que isso seja realidade para si e para o outro, por obrigação. Não tem algo mais chato do que isso. Um ótimo pensamento, para rumos que podem ser bem diferentes na nossa vida.

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Sabe o que combate qualquer falácia?
A autenticidade, sonhar é bom, mas realizar não tem preço. 
Viver é bom, vive bem a vida, quem vive de verdade. 

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