Se perde tudo por nada


Vez em outra vira notícia que um artista morreu em decorrência de drogas, álcool, vícios e demais violências. Agora foi o ator Cory Monteith, o Finn de Glee. Amo o seriado, quando consigo assisto até as reprises na FOX, às vezes as histórias são um pouco contraditórias em relação a valores morais que tenho, mas gosto muito das músicas, além de ser um instrumento que uso há tempos para o inglês.

É um tanto triste estas coisas, li uma notícia que a namorada dele, Lea Michele, a Rachel,está em estado de choque. Dá para se imaginar, seja ator, ou um simples vigia de carro (como já narrei aqui num artigo), perder para drogas é um tanto doloroso, porque você perde para nada. A pessoa pode ter o respeito, o amor, a compaixão, tantos valores, mas se joga ao nada. Afinal o que as drogas acrescenta, se não nada? Tira tudo, a primeira coisa o amor, o respeito, a si e ao próximo.

Talvez seja este o maior problema que a droga causa, ela tira tudo de alguém, ao ponto de nem enxergar que isso se estende a outros, que talvez nunca se quer experimentou droga alguma. Assim é família, pai, mãe, filhos, amigos, namorada e etc. Razoável, como alguém que nem se ama pode amar ao próximo, quem não se respeita vai ter respeito a alguém? Não tem jeito, vão neurônios, vai vitalidade, vai sobriedade e por fim vai embora muitas coisas.

E é algo tão grave, que do lado pode se proporcionar o maior amor, como de uma namorada, como o exemplo de Lea Michele, que se a pessoa não tiver consigo o amor necessário, por si só, vai se perder. Porque ninguém consegue viver pelo outro a vida toda, 24 horas. E num destes segundos podem ser fatais. E pode ser morte, pode ser perdas morais para vida inteira. Não é tão simples como uma história de amor de seriado, a vida vai além disso. Tem-se pontos, desistências. Um nada que pode tirar tudo.

Uma das minhas melhores amigas é musicoterapeuta, que conheço desde o ensino médio, trabalha com dependentes químicos, cristã,inclusive uma das pessoas especiais que me motivou a muitos valores e escolhas.” A decisão de seguir a Cristo é tão radical e diária como todo dia um dependente tem que escolher entre enfrentar os seus problemas como ser humano ou fugir nas drogas como um covarde.”

E de escolhas e posturas temos tudo ou nada ao nosso redor, seja bom ou mal, cabe a nós a decisão para nossas vidas e de quem nos cerca, nunca está no outro. Mesmo que o amor seja grande, o sofrimento também, não é namorada, nem mãe, nem amigo, pode até ajudar e muito, mas não salva, não cura, se não Deus. Mais que palavras e atitudes, para não ser como o ator que permanecia sóbrio com a ajuda da namorada, mas que recaía cada vez que encontrava os velhos amigos, e por fim morreu de overdose, aos 31 anos, triste história que se repete e pode se repetir por aí.

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